Há quanto tempo não contas uma anedota? Há quanto tempo não te deitas na areia da praia e ficas a olhar as estrelas? E há quanto tempo não vais dar uma volta de bike pela serra?
Há muito...
Sabemos que estamos a crescer e a ficar velhos quando deixamos de fazer aquilo que mais gostamos, por falta de tempo ou simplesmente por preguiça. Estou parado numa rotina aborrecida e nem sei o que ando a fazer, os dias passam, o vazio permanece e sinto a minha juventude (ou o que resta dela) a desaparecer. E sinto vontade de voltar ao passado, quando era um "little bastard" puto de 5 anos e dizia que queria ser adulto...para imediatamente dar um murro no estômago do "eu puto" e dizer-lhe "Não sejas burro pá! Estás nos teus dias de ouro e daqui a 20 anos vais ter saudades desta época" (Ok, o murro era apenas figurativo).
Sinto que preciso mudar certos aspectos na minha vida, mas para mim é difícil porque sou do tipo "quero revolução e não evolução", quero mudar de um dia para o outro, mudar tudo, expectativas demasiado altas? Depois não consigo tanta mudança (óbvio) e fico frustrado e sem vontade de nada. Tenho que rever este meu conceito de evolução, acho que está um pouco parado nos anos 70, tentar alterar aquilo que acho que faz falta, sem colocar tanta exigência em mim mesmo, ser um pouco mais prático e pensar menos, acho que foi isso que me trouxe a este estado.
Pequenas alterações, passo a passo e um pouco todos os dias, assim consigo construir a minha personalidade de forma sólida. Ou isso ou entendi mal esta era actual das coisas "fáceis e instantâneas".
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
domingo, 27 de janeiro de 2013
Free!
O dia chega ao fim e não me apetece dormir, sinto-me energético e leve, sinto-me bem, estou livre. Tal como tinha saudades de me sentir, sem preocupações e ansiedades, sem pressas e a aproveitar cada momento, por mais simples que seja.
Novas ideias aparecem, novas motivações, sinto que já não estou preso ao passado e gosto desta sensação de liberdade. O mais próximo que a consigo comparar é a uma viagem de carro, num final de tarde de verão, de vidros abertos e música calma no rádio misturada com o som da brisa a entrar no carro, algo tão simples e tão bom. E de borla.
Novas ideias aparecem, novas motivações, sinto que já não estou preso ao passado e gosto desta sensação de liberdade. O mais próximo que a consigo comparar é a uma viagem de carro, num final de tarde de verão, de vidros abertos e música calma no rádio misturada com o som da brisa a entrar no carro, algo tão simples e tão bom. E de borla.
(Foto de Hector Garcia - Flickr)
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
O que nos move?
Cabeça à roda. Pensativo. Receoso e irrequieto. É como me tenho sentido, e não consigo entender. Não entendo o que queres de mim, o que tás a tentar provar ao falares comigo. Não consigo perceber o que te move, se as tuas acções e palavras são genuinamente boas, como dizes, ou se devo afastar-me como a minha consciência avisa, que tudo isto é uma armadilha.
No fundo, fico sem entender os motivos que levam a alguém dar-se a tanto trabalho a criar a "máscara perfeita", só para humilhar e deitar outros abaixo. Ou será que estou a deixar-me levar novamente pelo pessimismo, que isto é uma espécie de mecanismo de defesa, por ter saído magoado da minha última relação?
Não quero ser isolado, mas não quero ser enganado...e o que me move é a motivação para crescer interiormente e me tornar melhor ser humano. Qual de nós é o errado?
No fundo, fico sem entender os motivos que levam a alguém dar-se a tanto trabalho a criar a "máscara perfeita", só para humilhar e deitar outros abaixo. Ou será que estou a deixar-me levar novamente pelo pessimismo, que isto é uma espécie de mecanismo de defesa, por ter saído magoado da minha última relação?
Não quero ser isolado, mas não quero ser enganado...e o que me move é a motivação para crescer interiormente e me tornar melhor ser humano. Qual de nós é o errado?
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Quando saímos
Mesmo nas noites mais calmas e frias de inverno, quando saímos o tempo perde importância, os assuntos são muitos, e variados. Tanto podemos falar do que mais nos preocupa, sentimentos agridoces ou mudanças preocupantes como depressa também estamos a falar de máquinas de fazer sumo...de pêssego ..com caroços!
É esta complexidade que não consigo atribuir nome, esta confiança e capacidade de conseguirmos falar sobre tudo, assuntos sérios e assuntos sem grande importância, sem nos aborrecermos um ao outro e sem notarmos por vezes a evolução do assunto na conversa. A juntar ainda as vezes em que nem é preciso falar nada, basta uma troca de olhares para perceber o que estamos a pensar, que estamos a pensar a mesma coisa!
Sei que dizes que notas diferenças em ti, que tens receio de te perder no meio da "falsidade" e perder a tua essência, mas não te preocupes, estou atento e não noto mudanças. Apenas talvez uma evolução, um crescimento de carácter baseado nas cicatrizes das quedas e se a inicio pode assustar, com o tempo se percebe que foi uma evolução necessária. Mas apesar de tudo, a essência continua lá e é uma das coisas que nos faz sair de casa numa noite de inverno, só para ir conversar um pouco.
É esta complexidade que não consigo atribuir nome, esta confiança e capacidade de conseguirmos falar sobre tudo, assuntos sérios e assuntos sem grande importância, sem nos aborrecermos um ao outro e sem notarmos por vezes a evolução do assunto na conversa. A juntar ainda as vezes em que nem é preciso falar nada, basta uma troca de olhares para perceber o que estamos a pensar, que estamos a pensar a mesma coisa!
Sei que dizes que notas diferenças em ti, que tens receio de te perder no meio da "falsidade" e perder a tua essência, mas não te preocupes, estou atento e não noto mudanças. Apenas talvez uma evolução, um crescimento de carácter baseado nas cicatrizes das quedas e se a inicio pode assustar, com o tempo se percebe que foi uma evolução necessária. Mas apesar de tudo, a essência continua lá e é uma das coisas que nos faz sair de casa numa noite de inverno, só para ir conversar um pouco.
(Foto de Derek Jonhson - Flickr)
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Boys Don't Cry
"Hoje tive a certeza,
Daquilo que ignorei.
Sabia que mais tarde ou mais cedo iria encarar a fria verdade;"
Era assim que começava, há dois anos e tal atrás, o início de pensamentos traçados e retraçados neste "tasco do desabafo", que apesar de conteúdo maioritariamente pessimista, serve para isso mesmo, desabafos e ideias, que precisam ser transformados em algo mais que pensamentos, para assim eu conseguir manter o equilíbrio.
Apesar disso tudo, o início está bastante correcto, e hoje, mais uma vez e sem aviso, mais um murro mesmo em cheio na cara. O nariz fica dormente de dor e consigo até sentir um leve sabor a sangue.
No fundo eu até que já sabia o que se tinha passado, tinha uma ligeira desconfiança, mas nunca liguei. Talvez porque nunca achei que de facto tivesse acontecido, ou porque nunca achei que fosse a sério. Mas os avisos estavam todos lá, eram notórios e eu não reparei (qual luz intermitente de ESP no tablier do carro, que pisca freneticamente quando se abusa nas curvas) e hoje levo um murro bem assente do meu velho amigo Karma "Pois toma lá, para aprender! Foste burro e deste oportunidades a quem não merecia" seria algo que o Karma me diria, numa voz meio nasalada, tipo Prof. Marcelo Rebelo de Sousa.
Mas acho que não fica por aqui, o Karma é um tipo que nunca se esquece de nada, anda por aí armado em Super-Herói (ou Super-Vilão, para aqueles que gostam de se armar em vítimas) e não tarda em fazer regressar o mal feito, a quem merece, a quem não respeitou e brincou com sentimentos.
Daquilo que ignorei.
Sabia que mais tarde ou mais cedo iria encarar a fria verdade;"
Era assim que começava, há dois anos e tal atrás, o início de pensamentos traçados e retraçados neste "tasco do desabafo", que apesar de conteúdo maioritariamente pessimista, serve para isso mesmo, desabafos e ideias, que precisam ser transformados em algo mais que pensamentos, para assim eu conseguir manter o equilíbrio.
Apesar disso tudo, o início está bastante correcto, e hoje, mais uma vez e sem aviso, mais um murro mesmo em cheio na cara. O nariz fica dormente de dor e consigo até sentir um leve sabor a sangue.
No fundo eu até que já sabia o que se tinha passado, tinha uma ligeira desconfiança, mas nunca liguei. Talvez porque nunca achei que de facto tivesse acontecido, ou porque nunca achei que fosse a sério. Mas os avisos estavam todos lá, eram notórios e eu não reparei (qual luz intermitente de ESP no tablier do carro, que pisca freneticamente quando se abusa nas curvas) e hoje levo um murro bem assente do meu velho amigo Karma "Pois toma lá, para aprender! Foste burro e deste oportunidades a quem não merecia" seria algo que o Karma me diria, numa voz meio nasalada, tipo Prof. Marcelo Rebelo de Sousa.
Mas acho que não fica por aqui, o Karma é um tipo que nunca se esquece de nada, anda por aí armado em Super-Herói (ou Super-Vilão, para aqueles que gostam de se armar em vítimas) e não tarda em fazer regressar o mal feito, a quem merece, a quem não respeitou e brincou com sentimentos.
Fall in Love
Em português usamos "apaixonar" mas em inglês é um "fall in love" mais traduzido à letra. E soa bem. Até porque se formos ver bem, é uma queda que damos por estarmos cegos.
Aparece quando não queremos, não nos dá jeitinho nenhum, rouba-nos individualismo, tempo, espaço e a mente distrai-se de outros assuntos. Mas ao mesmo tempo sentimo-nos preenchidos, completos e "nas nuvens" por termos alguém que nos dá atenção, carinho, se preocupa connosco...ou somos iludidos assim. Ora eu também me sinto preenchido depois de um belo almoço, se for acompanhado com vinho, ainda melhor!
Não, não sou uma criatura desprezível e sem sentimentos. Apenas já caí e me magoei. "Mas é assim que tem que ser, é o reverso da medalha", "Acontece a todos, tens é medo de arriscar" ou "Não podes ficar preso ao que já passou" podiam ser as respostas de quem lesse isto, e estariam certos. Sim, é bom estar apaixonado. Quem nunca esteve? Nem que seja pelo seu carro, no dia em que o foi buscar ao stand, reluzente e limpinho, à espera de ser conduzido, ou naquele sábado à tarde, em que depois de ser lavado, merece uma volta calma numa marginal qualquer junto ao mar. Só que tal como uma pessoa, dá-nos preocupações, dores de cabeça, falha-nos quando precisamos e...quando se nota, já estamos à procura de um novo modelo, pois o nosso carro tornou-se uma causa perdida.
Mas assumo, já fiz algumas loucuras por estar apaixonado. E na altura fez todo o sentido e senti-me bem. O meu ponto de vista é o seguinte: É tudo óptimo quando começa, o pior é quando vêm as zangas, as fases más, os tempos... É muito mais calmo ficar solteiro, há tempo para tudo, para todos, para nós mesmos e somos menos impacientes, mais relaxados e podemos fazer o que nos der na cabeça, sem dar explicações.
É bom e faz-me bem. E também sei que é bom ter uma relação. A quem tem uma relação sinceramente estável e feliz, os meus parabéns. E a quem percebeu que acabou e foi capaz de falar directamente, evitando um desgaste ainda maior e evitar enganar a outra pessoa, a minha admiração.
É o amor, pode durar, pode ser curto, pode ser bom ou pode nem sequer dar naquele momento e ser preciso passar algum tempo para que funcione. Exige tempo e esforço de ambas as partes. Mas essas "partes" são pessoas, seres individuais, complexos e com carácter que já existiam antes da relação e por vezes nem todos se lembram ou aceitam isso.
Daí nunca ter entendido muito bem aquelas relações com pessoas totalmente dependentes da outra, que não são capazes de fazer nada sem a sua cara-metade. Isso assusta-me até! Um dia que algo corra mal e a relação acabe, esse tipo de pessoas sofre um desgosto enorme...e para quê? Entendo que se goste muito de alguém, mas não há nada como sermos nós próprios, fiéis aos nossos valores e princípios. Só assim algo pode funcionar. E se falhar, bem, existe vida para além do amor.
E quem diria que eu escreveria este post a ouvir Lana Del Rey?
Aparece quando não queremos, não nos dá jeitinho nenhum, rouba-nos individualismo, tempo, espaço e a mente distrai-se de outros assuntos. Mas ao mesmo tempo sentimo-nos preenchidos, completos e "nas nuvens" por termos alguém que nos dá atenção, carinho, se preocupa connosco...ou somos iludidos assim. Ora eu também me sinto preenchido depois de um belo almoço, se for acompanhado com vinho, ainda melhor!
Não, não sou uma criatura desprezível e sem sentimentos. Apenas já caí e me magoei. "Mas é assim que tem que ser, é o reverso da medalha", "Acontece a todos, tens é medo de arriscar" ou "Não podes ficar preso ao que já passou" podiam ser as respostas de quem lesse isto, e estariam certos. Sim, é bom estar apaixonado. Quem nunca esteve? Nem que seja pelo seu carro, no dia em que o foi buscar ao stand, reluzente e limpinho, à espera de ser conduzido, ou naquele sábado à tarde, em que depois de ser lavado, merece uma volta calma numa marginal qualquer junto ao mar. Só que tal como uma pessoa, dá-nos preocupações, dores de cabeça, falha-nos quando precisamos e...quando se nota, já estamos à procura de um novo modelo, pois o nosso carro tornou-se uma causa perdida.
Mas assumo, já fiz algumas loucuras por estar apaixonado. E na altura fez todo o sentido e senti-me bem. O meu ponto de vista é o seguinte: É tudo óptimo quando começa, o pior é quando vêm as zangas, as fases más, os tempos... É muito mais calmo ficar solteiro, há tempo para tudo, para todos, para nós mesmos e somos menos impacientes, mais relaxados e podemos fazer o que nos der na cabeça, sem dar explicações.
É bom e faz-me bem. E também sei que é bom ter uma relação. A quem tem uma relação sinceramente estável e feliz, os meus parabéns. E a quem percebeu que acabou e foi capaz de falar directamente, evitando um desgaste ainda maior e evitar enganar a outra pessoa, a minha admiração.
É o amor, pode durar, pode ser curto, pode ser bom ou pode nem sequer dar naquele momento e ser preciso passar algum tempo para que funcione. Exige tempo e esforço de ambas as partes. Mas essas "partes" são pessoas, seres individuais, complexos e com carácter que já existiam antes da relação e por vezes nem todos se lembram ou aceitam isso.
Daí nunca ter entendido muito bem aquelas relações com pessoas totalmente dependentes da outra, que não são capazes de fazer nada sem a sua cara-metade. Isso assusta-me até! Um dia que algo corra mal e a relação acabe, esse tipo de pessoas sofre um desgosto enorme...e para quê? Entendo que se goste muito de alguém, mas não há nada como sermos nós próprios, fiéis aos nossos valores e princípios. Só assim algo pode funcionar. E se falhar, bem, existe vida para além do amor.
E quem diria que eu escreveria este post a ouvir Lana Del Rey?
domingo, 6 de janeiro de 2013
Um Post para o "Eu Futuro"
Sinto-me a crescer (bem, não fisicamente - se bem que acho que estou uns míseros centímetros mais alto), noto mais a passagem dos anos, cada vez mais rápido, sinto que vou acumulando experiência, começo a ponderar mais certas atitudes e decisões, estou mais calmo e lógico e não tanto impulsivo e infantil como já fui. Ainda muito está para vir, mas as coisas vão surgindo calmamente para se tornarem sólidas.
Apesar de começar a ter esta noção (sim, por vezes sou um bocadinho tardio...), percebo que não vou estar sempre aqui, as pessoas que gosto também vão partir um dia... que existem decisões que me cabem a mim e que têm consequências, não somos mais putos, em que há alguém que cuide de nós, que faça as compras do mês lá para casa ou nos meta o almoço na mesa. Não temos de nos preocupar com nada enquanto putos, pois alguém toma as decisões. Agora os papeis começam-se a inverter, crescemos e tomamos novas e mais responsabilidades, começamos a ter que ser nós a cuidar de quem cuidou de nós. É o que faz parte de tornar-se adulto. É nem sempre acertar nas decisões que se toma e acarretar com as consequências. É não esperar que o destino aconteça, porque de facto, somos nós que fazemos o nosso próprio destino. A vida não vem com manual de instruções e não andamos aqui numa novela com guião feito, em que sabemos o que vai acontecer a seguir, em que temos que seguir o nosso papel, papel esse que já alguém previamente traçou...
A vida é curta. Por vezes temos que correr riscos, para no final podermos dar ainda mais valor. Ou por vezes basta-nos aproveitar os escassos momentos de serenidade, como um dia de sol em Janeiro. Porque não sei como estará o dia amanhã, ou se eu cá estarei para o aproveitar.
Se és forte para te meter nelas, também és forte para sair delas...E o que não nos mata, torna-nos mais gordos (fortes, portanto).
Apesar de começar a ter esta noção (sim, por vezes sou um bocadinho tardio...), percebo que não vou estar sempre aqui, as pessoas que gosto também vão partir um dia... que existem decisões que me cabem a mim e que têm consequências, não somos mais putos, em que há alguém que cuide de nós, que faça as compras do mês lá para casa ou nos meta o almoço na mesa. Não temos de nos preocupar com nada enquanto putos, pois alguém toma as decisões. Agora os papeis começam-se a inverter, crescemos e tomamos novas e mais responsabilidades, começamos a ter que ser nós a cuidar de quem cuidou de nós. É o que faz parte de tornar-se adulto. É nem sempre acertar nas decisões que se toma e acarretar com as consequências. É não esperar que o destino aconteça, porque de facto, somos nós que fazemos o nosso próprio destino. A vida não vem com manual de instruções e não andamos aqui numa novela com guião feito, em que sabemos o que vai acontecer a seguir, em que temos que seguir o nosso papel, papel esse que já alguém previamente traçou...
A vida é curta. Por vezes temos que correr riscos, para no final podermos dar ainda mais valor. Ou por vezes basta-nos aproveitar os escassos momentos de serenidade, como um dia de sol em Janeiro. Porque não sei como estará o dia amanhã, ou se eu cá estarei para o aproveitar.
(Foto de Luís Silva)
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
2013
Mais um ano começa, novas oportunidades que surgem. Confesso que estava ansioso pelo início do ano, isto porque estava farto de 2012 e desejoso que terminasse. Talvez seja um pouco imaturo da minha parte, mas preciso destes finais e inícios de ciclos, destas mudanças para me fazerem querer "reiniciar" e ganhar um certo optimismo. Sou do tipo "tudo ou nada" e ano novo é sinónimo de uma nova página em branco.
Não peço desejos na passagem de ano, nem sequer como passas, mas a única coisa que quero fazer em 2013 é aproveitar e orientar a vida.
E como dizia Antoine Lavoisier: "Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma", eu pretendo fazer umas trocas e quero deixar os vícios a que ainda estou agarrado e não fazem sentido, passar menos tempo na net e mais na rua, andar mais vezes de bicicleta mas também quero conduzir mais, quero passar a dar mais uns toques em mecânica e este ano quero pelo menos molhar o fato de bodyboard. Quero aproveitar e passar mais tempo com quem gosto, deixar de ser tão exagerado e dramático, quero ser mais optimista e menos infantil. Quero fotografar mais, quero esforçar-me mais e deixar de ser preguiçoso...
Resumindo: É para aproveitar! Um bom ano.
Não peço desejos na passagem de ano, nem sequer como passas, mas a única coisa que quero fazer em 2013 é aproveitar e orientar a vida.
E como dizia Antoine Lavoisier: "Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma", eu pretendo fazer umas trocas e quero deixar os vícios a que ainda estou agarrado e não fazem sentido, passar menos tempo na net e mais na rua, andar mais vezes de bicicleta mas também quero conduzir mais, quero passar a dar mais uns toques em mecânica e este ano quero pelo menos molhar o fato de bodyboard. Quero aproveitar e passar mais tempo com quem gosto, deixar de ser tão exagerado e dramático, quero ser mais optimista e menos infantil. Quero fotografar mais, quero esforçar-me mais e deixar de ser preguiçoso...
Resumindo: É para aproveitar! Um bom ano.
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