terça-feira, 11 de junho de 2013

O maior erro de todos: A culpa dos erros do passado

Teria tido, em tempos, desejo de ter uma vida perfeita. Desejaria também uma vida perfeita àqueles de quem gosto. Mas a minha vida fez-me perceber que a perfeição não existe e tudo o que é próximo de perfeito, acaba por ser aborrecido.

Os erros existem para pensarmos neles, o tempo que for necessário, aprender com eles e arrumá-los, para sermos mais e melhores, mas também para nos afastarmos da perfeição (algo perfeito é também algo isento de erros).

Hoje sei que quero uma vida normal e que tenho tudo ao meu alcance para a ter.


sexta-feira, 7 de junho de 2013

Paixões Inexplicáveis II

Bem sei que este blog funciona mais como tasca do desabafo, mas nem só de pessimismo vive esta criatura. Vai daí, decidi escrever um post em honra da mais recente sucata francesa lá de casa. No início deste ano, tive mais uma "Paixão-de-uma-semana-só", isto quando a última foi antes do Natal 2012 (por um Golf V GTI - que ainda continua, umas vezes mais forte, outras mais esbatida).
Ora a "paixão" por este L'enfant terrible tornou-se estranhamente duradoura e dei por mim a recolher o máximo de informação acerca deste modelo, especificações, testemunhos, principais problemas a ter em consideração...até que, em Abril pensei: "Que se lixe! Só se é novo uma vez", decidi arriscar e passar para a compra.


É branco (côr que até então eu criticava nos automóveis) e tem várias coisas a rever, principalmente em termos de adereços de gosto duvidoso. De momento encontra-se numa oficina das redondezas, longe da luz solar e coberto de pó, a ultimar pormenores referentes à mecânica. O objectivo é deixá-lo como a foto acima, ou seja, original e a partir daí desfrutá-lo em pleno. Ainda para mais com uma estrada de serra tão boa a poucos quilómetros de casa.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

E porque merecemos sempre melhor, vamos lá a elevar a fasquia...

Nada é perfeito...ou pelo menos, nada é perfeito muito tempo. O tempo e a rotina começam a apoderar-se do que se criou, começa-se a mostrar a verdadeira essência, o desleixo, o sentimento de ter o outro como "garantido" diminuem as demonstrações e a atenção.

Mas qual é o receio?

Receio de se sair magoado novamente, de se entregar a algo que mude de repente, receio de se estar a perder tempo, a investir sentimentos, a fazer "figura de parvo".

Mas eu não quero ficar acomodado, não quero rotinas, quero que corra bem e sinto que consigo fazê-lo sem esforços ou "sacrifícios", quero demonstrar do que gosto e o quanto gosto, quero sair da zona de conforto e arriscar por vezes fazer algo inesperado ou diferente, não quero a normalidade e o aborrecido...pelo menos para já.

Mas qual é o problema?

Quando tudo parece correr tão bem, chego eu e numa espécie de "toque de Midas", transformo tudo em problemas. À mínima coisa, ao mínimo pormenor pode ser criado um problema. Sou assim, dou importância a gestos e palavras, a acções e aos pormenores. O que me faz pensar se o verdadeiro problema serei eu...