quinta-feira, 6 de junho de 2013

E porque merecemos sempre melhor, vamos lá a elevar a fasquia...

Nada é perfeito...ou pelo menos, nada é perfeito muito tempo. O tempo e a rotina começam a apoderar-se do que se criou, começa-se a mostrar a verdadeira essência, o desleixo, o sentimento de ter o outro como "garantido" diminuem as demonstrações e a atenção.

Mas qual é o receio?

Receio de se sair magoado novamente, de se entregar a algo que mude de repente, receio de se estar a perder tempo, a investir sentimentos, a fazer "figura de parvo".

Mas eu não quero ficar acomodado, não quero rotinas, quero que corra bem e sinto que consigo fazê-lo sem esforços ou "sacrifícios", quero demonstrar do que gosto e o quanto gosto, quero sair da zona de conforto e arriscar por vezes fazer algo inesperado ou diferente, não quero a normalidade e o aborrecido...pelo menos para já.

Mas qual é o problema?

Quando tudo parece correr tão bem, chego eu e numa espécie de "toque de Midas", transformo tudo em problemas. À mínima coisa, ao mínimo pormenor pode ser criado um problema. Sou assim, dou importância a gestos e palavras, a acções e aos pormenores. O que me faz pensar se o verdadeiro problema serei eu...




2 comentários:

  1. Ehlá! Já?...
    Andamos mesmo a precisar ir beber uns copos é o que eu te digo!

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  2. Calma, está tudo controlado eheh. Mas sair e beber algo não é mal pensado.

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